O bem estar e a felicidade requerem uma mudança de atitude face ao modo como vivemos: o trabalho passa a ser um intervalo do nosso tempo livre.
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Uma pequena diferença no modo como encaramos o nosso dia-a-dia que fará toda a diferença.
sábado, 6 de setembro de 2008
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Imperativos do tempo
A boa disposição é inversamente proporcional à exaustão. E senti-lo na pele, no verão, é doloroso. Talvez porque o tempo que nos resta de descanso é limitado; talvez porque ganhamos mais consciência de que ambas não são eternas...
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quarta-feira, 28 de maio de 2008
De passagem
Quantas vezes não descuramos a oportunidade de rever amigos ou de revisitar paisagens deslumbrantes quando de passagem... Não se trata de querer alimentar a ilusão de reviver alegrias passadas, pois o carácter fortuito do estar de passagem exclui esse desejo antecipado.
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Hoje, estar de passagem é quase um símbolo do desprendimento humano e histórico com a nossa própria vida.
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Decido-me a combatê-lo.
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sábado, 16 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Are you the favourite person of anybody?
Filme de Miguel Arteta baseado no conto de Miranda July, com John C. Reilly em grande forma. Do melhor que tenho visto.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
It's a Man's World
Há poucos momentos na vida em que a espinha se contrai, os olhos humedecem, a pele se crispa... E mais das vezes, isso sucede quando escutamos música. Certamente para ficar na memória da carne:
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quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Palavra valiosa
Ensinar o significado de NÃO! a uma criança é, estranhamente, um acto libertador; e, ao mesmo tempo, o pilar mais seguro de uma relação saudável entre pais e filhos.
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sexta-feira, 27 de julho de 2007
A tarde de verão perfeita
Dia de calor intenso. Depois do almoço, a sonolência arrasta o corpo para um quarto fresco: o suficiente para que a pele descoberta peça um lençol ou um cobertor fino. É a sesta dos justos, das almas leves.
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quarta-feira, 4 de julho de 2007
Dos dias leves
Sem a autodisciplina comum aos dias rotineiros, a abundância de tempo é uma ilusão: esgota-se célere na nossa lassidão.
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terça-feira, 26 de junho de 2007
A razão da Culpa
"If you've had the right kind of education, it's amazing how many things you can find to feel guilty about."
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in McCarthy's Bar, Pete McCarthy, Sceptre/Lir, 2001, p. 70
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domingo, 17 de junho de 2007
Tomatada
O pessoal da Oficina das Ideias, comandado pelo meu amigo Victor Reis, teve o desplante de me condecorar com... tomates!
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Com um encómio notavelmente imerecido e que, traiçoeiramente, abrange os outros blogues que assino, A Oficina das Ideias merecia um galhardete semelhante - que não retribuo por uma questão de etiqueta. Não vos digo porque mereceria tal gesto de vingança. Convido-vos, antes, a fazer-lhe uma visita. Descobrirão certamente que a horta é a mesma...
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Pelo que depreendi, cabe-me o direito de nomear outros cinco blogues com o mesmo apodo. Usando como critério o exercício livre e criativo da palavra, aqui têm a minha tomatada:
Com um encómio notavelmente imerecido e que, traiçoeiramente, abrange os outros blogues que assino, A Oficina das Ideias merecia um galhardete semelhante - que não retribuo por uma questão de etiqueta. Não vos digo porque mereceria tal gesto de vingança. Convido-vos, antes, a fazer-lhe uma visita. Descobrirão certamente que a horta é a mesma...
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Pelo que depreendi, cabe-me o direito de nomear outros cinco blogues com o mesmo apodo. Usando como critério o exercício livre e criativo da palavra, aqui têm a minha tomatada:
Bom apetite!
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sexta-feira, 15 de junho de 2007
Dúvidas de coleccionador
Que sentido há no impulso de coligir objectos? Será uma consequência de competências já desenvolvidas por uma pessoa (organização, paciência, perseverança, percepção estética, curiosidade histórica...) ou antes a semente para o seu desenvolvimento? Onde começam e onde acabam o seu carácter lúdico e viciante? Comprar um objecto de colecção desvirtua esse impulso ou é o seu produto, no sentido em que um objecto ganha valor porque é estimado? Será o impulso para coligir um acto volitivo puro, não determinado por quaisquer pressões sociais? Nascerá connosco?
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domingo, 3 de junho de 2007
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